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SEGURANÇA
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Nunca fique dentro do
carro parado na rua, mesmo em locais movimentados.
Se estiver esperando alguém, dê uma volta no
quarteirão ou aguarde no saguão do prédio, numa
lanchonete. Lembre-se: muitas pessoas são assaltadas
na porta de casa.
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Mantenha os vidros
fechados, mas tome cuidado mesmo assim. Alguns
bandidos não se intimidam com isso. Apontam o
revólver e até atiram. No caso de um assalto, mesmo
com o vidro fechado, evite movimentos bruscos.
Mantenha suas mãos em local que o bandido possa ver.
Sinalize que você vai abrir a porta ou o vidro.
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Não deixe exposto
nenhum objeto que esteja transportando, como bolsas,
pastas, casacos, pacotes e celulares. Tranque-os no
porta-malas. Nunca deixe documentos importantes ou
objetos de valor dentro do carro.
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Mantenha sempre as
portas travadas. Se você for surpreendido por um
ladrão, não reaja e sinalize para ele que você vai
abrir ou destravar a porta, principalmente se você
tem em seu veículo vidro e trava elétrica.
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À noite, diminua a
velocidade para que a chegada ao cruzamento coincida
com a abertura do semáforo. Procure não ser o
primeiro da fila e nem fique do lado esquerdo. O
lado do motorista é o preferido dos ladrões. Se você
estiver na direita ou na fila do meio, dificultará a
ação do bandido.
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Se alguém bater no
seu carro, não pare, mesmo se houver uma mulher no
outro carro. Só pare num local movimentado e com
mais pessoas por perto. Nas grandes cidades, é comum
roubos com batidas de carro.
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Não ostente jóias,
celulares e outros objetos de valor. Não exponha o
relógio ou a pulseira, por exemplo, para fora do
carro.
Como usar o
caixa eletrônico e o
cartão de crédito
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Não
escolha a data de nascimento nem
repita um número várias vezes como
senha do cartão.
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Cuidado com desconhecidos: ninguém
dá nada a ninguém. Por isso,
desconfie de todos que lhe oferecem
vantagens demais. Não aceite ajuda
de pessoas desconhecidas, mesmo que
estejam dentro de uma agência
bancária. Funcionário de banco
sempre usa crachá, com
identificação.
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Na
fila do caixa eletrônico, não deixe
que ninguém fique de olho na sua
operação no caixa. Fique alerta à
aproximação de estranhos. Os
malandros preferem idosos como
vítimas ou pessoas que tenham
dificuldades em lidar com
equipamentos eletrônicos. Em caso de
dificuldade, peça ajuda a um
funcionário do banco e nunca a
estranhos.
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Cuidado com história triste: muitos
malandros enganam as pessoas
contando histórias de tragédia
familiar. No meio do papo, eles
propõem transferir dinheiro para sua
conta para depois sacar. O que
parece uma vantagem é golpe. Ninguém
dá nada a ninguém, muito menos
estranhos.
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Quando o vendedor passar o cartão
pela máquina e amassar a fatura para
jogar fora, alegando erro, exija que
rasgue em pedaços a fatura anulada.
Se for uma maquininha eletrônica,
cuidado: seu cartão pode ter sido
passado mais de uma vez.
Fraudes
mais comuns :
Cartões
duplos ou cópias clonadas:
Os malandros
imitam as imagens impressas e gravam os
dados copiados de um cartão válido. Eles só
não fazem a gravação magnética. Para
descobrir o golpe, o vendedor tem que ficar
atento ao cartão. Normalmente, essas cópias
são de qualidade inferior aos originais. Por
isso, fique de olho na tarja de segurança do
cartão, nas letras, nas figuras e,
principalmente, no holograma – que é aquela
figura quase sempre colocada acima da marca
do cartão, reflexiva, e que muda conforme a
posição em que se olha. Conferir a
assinatura não resolve, porque é o bandido
que a faz.
Uma outra
forma – um pouco mais sofisticada : o
malando, além de falsificar os dados,
conforme o que descrevemos acima, grava os
dados da tarja magnética. Esse jeito de
falsificar exige equipamentos. Mas é fácil
para quadrilhas especializadas. Nesse caso,
só a senha do cartão não é copiada. Dessa
maneira é mais difícil se descobrir a
imitação do cartão.
Outros
golpes:
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O
usuário do cartão deve redobrar a
atenção ao usar o caixa eletrônico.
O bandido enfia no bocal de recepção
do cartão um plástico que fica
preso, inviabilizando outras
operações. A vítima não consegue
fazer seu saque e nem usar o
telefone de emergência, cortado
pelos golpistas. Logo aparece alguém
querendo ajudar e oferece o telefone
celular para um contato com o
pessoal do banco. "Gentil", faz ele
mesmo a ligação. Só que, do outro
lado, normalmente está uma mulher,
comparsa do malandro. Ela ouve a
reclamação, pede alguns dados e, no
final da conversa, solicita que a
vítima, por medida de precaução,
digite a senha, que fica na memória
do telefone. Quando o dono do cartão
vai embora, achando que seu cartão
está bloqueado, ele é retirado pelos
bandidos que, de posse da senha,
fazem o saque desonesto. Esse golpe
é aplicado em caixas eletrônicos que
obrigam a introdução do cartão.
Como proceder ao ser vítima de um
golpe de cartão:
Quando
receber uma fatura ou saque que não fez, com
cartão de crédito ou débito, avise o banco e
peça providências. Explique tudo o que
aconteceu, por escrito, e se possível,
registre uma Ocorrência Policial (B.O.).
Se a
administradora do cartão demorar para dar a
resposta, reclame no Procon. Lembre-se: você
não é culpado pelo saque ou compras ilegais.
Nesse caso, cabe uma ação judicial.
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