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CAMPANHA DE COMBATE À AIDS

Uma das grandes preocupações do sindicato é a conscientização dos trabalhadores das categorias EAA quanto aos cuidados que se deve ter em relação à doença.

Por isso, o dia 1º de dezembro, “Dia Mundial de Combate a AIDS” é lembrado todos os anos pela entidade, que desenvolve campanhas de prevenção e palestras para os trabalhadores, parceria com a Força Sindical e a FEAAC.

Mesmo nos dias de hoje, quando as informações e notícias são mais acessíveis às pessoas, ainda existem muitas dúvidas quanto sobre quem pode pegar AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

Por isso é importante saber os cuidados que devemos ter com relação a essas doenças. Algumas pessoas, às vezes, são mais vulneráveis que outras.

E por quê?

O conceito de vulnerabilidade, que seria a capacidade de adotar comportamentos que mantenham a própria pessoa e aquelas com quem ela se relaciona mais protegidos em relação à AIDS e as DSTs, nos diz que qualquer pessoa está exposta ao HIV-Aids com chances de se contaminar. No entanto existe um conjunto de fatores de natureza biológica, social e cultural que amplia ou reduz o risco.

Quais os fatores que ampliam a vulnerabilidade?


Muitos fatores que contribuem para essa vulnerabilidade estão ligados não somente à falta de informações, mas também, à falta de condições de manejar essas informações em benefício próprio. Exemplo disso são as crenças e tabus e outros aspectos ligados a sexualidade, questões de gênero, relações de poder entre gerações, etnias e classes sociais, que contribuem para o aumento da vulnerabilidade, pois favorecem situações desiguais, que determinam, muitas vezes, comportamentos e decisões que colocam as pessoas em risco.

É bom refletir:

A idéia é pensar o que cada indivíduo fará para diminuir a sua vulnerabilidade. Todos sabem que é necessário usar camisinha, mas nem todos usam. E por quê? Existe uma cultura do risco, da violência nas relações sexuais e sociais e, desta forma, quando refletimos sobre nossos direitos sexuais e reprodutivos possibilitamos a criação de uma cultura de prevenção e do auto-cuidado, além da cidadania.

Você sabia que existem Direitos Sexuais?


E que são Direitos Humanos já reconhecidos em leis nacionais e documentos internacionais.

Direitos Sexuais:
1 - Direito de viver e expressar livremente a sexualidade sem violência, discriminações e imposições e com respeito pleno pelo corpo do parceiro.
2 - Direito de escolher o parceiro sexual.
3 - Direito de viver plenamente a sexualidade sem medo, vergonha, culpa e falsas crenças.
4 - Direito de viver a sexualidade independentemente de estado civil, idade ou condição física.
5 - Direito de escolher se quer ou não quer ter relação sexual.
6 - Direito de expressar livremente sua orientação sexual: heterossexualidade, homossexualidade, bissexualidade, entre outras.
7 - Direito de ter relação sexual independente da reprodução.
8 - Direito ao sexo seguro para prevenção da gravidez indesejada e de DST/HIV/AIDS.
9 - Direito a serviços de saúde que garantam privacidade, sigilo e atendimento de qualidade e sem discriminação.
10 - Direito à informação e à educação sexual e reprodutiva.
(Fonte: Portal da ONG Reprolatina)

 

 

 

 
 

 


Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

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