
entidades discutem INFORMALIDADE
NO TRABALHO
O SEAAC, representado pela
diretora Lourdes Claro R. da Silva
junto com outras entidades sindicais
representantes de empresas, do Ministério do Trabalho e do Cerest (Centro de
Referência da saúde do trabalhador do Estado de São Paulo)
participou no dia 11 de junho de 2007,
no salão nobre da Câmara de vereadores de
Piracicaba, de encontro com
o propósito de discutir o combate da informalidade e a atuação irregular de
profissionais e empresas.
O dirigente de uma construtora, José Carlos
Rodrigues de Assis, afirmou que esse encontro tem a finalidade de ampliar o
debate em torno dessa lamentável situação.
O evento reforçou também a atuação do (CPR) Comitê
Permanente sobre as condições e o meio ambiente do trabalho na indústria da
construção de Piracicaba e região, que reúne representantes empresariais,
sindicais e governamentais, com o intuito de ampliar esse debate.
A informalidade atrapalha o trabalhador e gera uma
concorrência desleal para com as empresas, pois os trabalhadores informais ou
“gatos”, não terão os mesmos direitos que o trabalhador registrado.
Um outro problema que deve ser salientado são as
normas básicas de segurança. Muitos trabalhadores informais, por não terem o
amparo da previdência social, são prejudicados quando acontece um acidente de
trabalho.
Essa impunidade tem que ser denunciada e as normas
de segurança e da saúde ocupacional precisam ser preservadas.

A mesa é composta pelas
seguintes pessoas: Santos Vilela (Centro de Referência do Trabalhador),
Vereador João Manoel (Presidente da Câmara),
Edison Batista Santos (Presidente Sindicato da
Construção Civil), Milton Costa Diretor do Sindicato da Construção Civil),
Emílio (Presidente da Feticon), José Carlos Rodrigues (Empresário)

Plenária, Diretora Lourdes na
segunda fileira... Santos Vilela do Centro de Ref. do Trabalhador
jun/07