instale java                             SEJA BEM-VINDO!

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

Home
Base/Atendimento
Presidenta
Diretoria
Categorias
Convenções
Acordos por Empresa
Acordos PPR
Jurídico
Homologações
Guias
Parcerias
Salão de Beleza
Lembrador
Info da Hora
Seaac Acontece
Associe-se Já!
Colônia de Férias EAA
Currículo

SEAAC ACONTECE

Reunião Nacional de Mulheres da Direção da Força Sindical

 

Helena Ribeiro da Silva participa da Reunião Nacional de Mulheres da Direção da Força Sindical, que iniciou-se dia 5/11/08, elaborando um plano de ação estabelecido com base nas decisões tomadas por grupos de trabalho, que responderam perguntas comuns acerca das estratégias, oportunidades, desafios, compromissos e dificuldades enfrentadas pelas dirigentes. “Em resumo, entendeu-se que as ações sindicais das mulheres devem contar com efetiva divulgação nos veículos de comunicação, principalmente nos sindicais, e também por meio de maior interatividade das próprias sindicalistas entre si, via trocs de e-mails”, explica Maria Augusta Caitano, a Lia, secretária da Mulher da Força Sindical São Paulo e presidente do Sindicatos dos Empregados no Comércio de Votuporanga.

Valorizou-se a participação feminina de, no mínimo, 30% nos cargos de direção da Força e nas entidades sindicais. A promoção de cursos para qualificar as sindicalistas foi outro encaminhamento tirado pelos grupos. Destacou-se também o incremento à sindicalização de mulheres e o combate a qualquer tipo de discriminação, assédio e constrangimento àquelas que sofrem retaliações em seus próprios Sindicatos e não participam de eventos sindicais.

Segundo a secretária nacional da Mulher da Força, Neuza Barbosa de Lima, as dirigentes querem preencher a cota de 30% de participação na diretoria das entidades sindicais, inclusive na Central, e são pelo fim das intimidações que impedem muitas de participem de atividades importantes como a de hoje. “Lutamos contra qualquer espécie de discriminação. Queremos igualdade no sindicalismo, com respeito e pleno reconhecimento do nosso valor”, diz ela, ao observar que esta reunião tem como um dos principais objetivos “preparar as mulheres para o Congresso Nacional da Força em 2009”.

Fonte: Força Sindical

 


Nos dias 05 e 06 de novembro um grupo de mulheres líderes sindicais, reuniu-se na Praia Grande para discutir estratégias com objetivo de garantir no mínimo 30% de cotas femininas de participação na política sindical, em cargos da Força Sindical, tanto a nível nacional, estadual como municipal.

Antes, foi discutida a atual situação e a realidade da participação das mulheres no “mundo” sindical; e quais os principais obstáculos enfrentados para atingir essa cota mínima.  Dentre eles ficaram evidentes o machismo, que marca a nossa estrutura social patriarcal, presente na hora de decidir quem vai para o comando; de alguma organização ou na hora de tomar uma decisão.

 

A primeira questão a ser respondida neste encontro foi: “Quantas somos, onde estamos e o que queremos como mulheres trabalhadoras e sindicalistas?”  Fizemos um balanço, tendo como base o ano de 1997, no qual ocorreu um congresso que marcou a condição das trabalhadoras. Nesta ocasião foi proposto cotas de 30% de representação; salários mais altos; equidade; respeito no local de trabalho/assédio sexual; creches e ações afirmativas.

 

Ao relembrar esse histórico a intenção era contar o passado para que fosse possível visualizar as conquistas e retrocessos, para traçar novos rumos de forma a buscar novos espaços de lideranças para as mulheres dentro do movimento sindical.

 

Após um levantamento dos principais fatos e acontecimentos relativos às lutas e conquistas das mulheres, desde a fundação da Força (central que deste seu início possui Secretaria da Mulher, órgão necessário para aglutinar os interesses e necessidades de uma parcela importante da classe trabalhadora que vem ampliando ano a ano seu espaço no mundo do trabalho: a feminina) foram trabalhados junto às companheiras, em um momento de debate e reflexão, quais os problemas que as mulheres enfrentam e quais as soluções que necessitam para obter maior participação político-sindical. Através do compartilhamento dos problemas das mulheres do Brasil inteiro, do sul ao norte, foi redigida um a carta de pedido que segue abaixo:

 

REUNIÃO NACIONAL DE MULHERES DA DIREÇÃO DA FORÇA SINDICAL PRAIA GRANDE (SP), 05 E 06 DE NOVEMBRO DE 2008.

A TODA DIREÇÃO NACIONAL E DIREÇÕES ESTADUAIS

CARTA DAS MULHERES TRABALHADORAS E APOSENTADAS DA FORÇA SINDICAL

 

Num estado democrático em que os avanços da classe trabalhadora se caracterizam e se consolidam através das lutas históricas do Brasil, é preciso refletir sobre o papel que as mulheres têm desempenhado na construção do País.

Todas nós sabemos que os desafios das trabalhadoras têm colocado na ordem do dia sua emancipação e conquistas. Mulheres que representam esta sociedade do trabalho, em que nem sempre ou em quase tudo, as coloca em condições desiguais de oportunidades. As mulheres representam 47% da força de trabalho. Ou seja, uma força da economia brasileira que gera riqueza, mas mesmo assim não têm sua participação e capacidade valorizada. São estas mesmas mulheres que, podemos então afirmar, que estão fora dos espaços sociais e políticos de organização da sociedade.

 

Para o movimento sindical brasileiro estão postos desafios para a organização dos trabalhadores das trabalhadoras. Estes compreendem o conceito de cidadania e de participação política como uma de suas responsabilidades na atuação sindical.

 

A crise mundial atual coloca em questão no debate os modelos de desenvolvimento econômico e como as condicionantes deste “velho” modelo impediu a plena realização dos direitos humanos para as sociedades.

 

Sabemos que a justiça social não existe sem igualdade de oportunidades e de tratamento digno no trabalho. O fortalecimento do movimento sindical precisa estar associado a uma postura política de respeito, reconhecimento e valorização da diversidade e da diferença.

Discutir e debater sobre o equilíbrio entre o trabalho e a responsabilidade familiar tem sido uma nova estratégia nos espaços de debate da sociedade e das mulheres. É reconhecido que os conflitos entre a vida do trabalho e a vida familiar têm efeitos negativos sobre a qualidade de vida das pessoas e, conseqüentemente, o resultado fica visível na pouca participação das trabalhadoras no sindicalismo.

 

No Brasil o reconhecimento deste tema como questão social tem de ser incorporado como bandeira de luta. A realidade brasileira tem muitas questões ainda a serem superadas e a redução da pobreza é uma delas. São problemas que agravam o desemprego, o subemprego e aumentam a informalidade.  Sim! Porque trabalho precário tem face: mulheres, mulheres negras e jovens.

 

Nas ultimas décadas ocorreram mudanças profundas na composição das famílias, que são chefiadas por mulheres, as chamadas famílias mono parentais. Portanto, mulheres que estão no mercado de trabalho na condição de independência social e política.

 

A campanha mundial pelo trabalho decente que pauta a ação sindical é uma oportunidade impar de colocar na prioridade da agenda da central, as questões de gênero e de raça uma vez que o retrato da precariedade, e toda sorte de desigualdades, estampa a figura das mulheres trabalhadoras. Há muito tempo nossas lutas demonstram, ao longo da historia, que este tema já faz parte de suas bandeiras.

 

Considerando que:

• A Força Sindical nasceu numa data importante para as mulheres trabalhadoras; • Que foi a primeira central sindical a apresentar para a sociedade um projeto para o Brasil que acredita no sindicalismo de resultados; • A Força Sindical foi a primeira Central no país a criar uma Secretaria Nacional Executiva de políticas para as mulheres; • Que incorpora e fomenta em suas ações o conceito de sindicato – cidadão, no qual o trabalho é um direito de todos e a visão sindical supera o local de trabalho; • Que a Força Sindical foi a primeira Central a criar um Sindicato Nacional de Aposentados e Pensionistas, por reconhecer a importância e a contribuição do trabalho dos companheiros e companheiras para os avanços e conquistas; • Por incorporar em suas diretrizes estatutárias a cota de 30% como forma de ação afirmativa e de uma política de igualdade desde 1997; • Por ter um trabalhado incansável para garantir e avançar nos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras em seus aspectos sociais, políticos econômicos e culturais. Nós, mulheres da força sindical, acreditamos que os compromissos políticos e sociais da central têm contribuído para a construção de uma sociedade justa e igualitária. Ao cumprirmos com o nosso papel para fortalecer ainda mais o movimento sindical, propomos a execução efetiva das seguintes ações:

 

- Para todas as ações e atividades realizadas pela central, a Força Sindical Nacional implementará a diretriz de participação de mulheres, segundo a proporcionalidade de cada categoria e, com a garantia de que quando esta proporção for pequena, tenha, no mínimo, uma representante. - A Central manterá como ação permanente a promoção da igualdade de oportunidades para as mulheres, recomendando as suas afiliadas a realização de campanhas de sindicalização de mulheres.

 

- A Central fomentará a formação e educação sindical com recorte de gênero e raça e a garantia de participação de mulheres nas atividades realizadas pelos sindicatos, oficinas de temas específicos.

 

- A Central, em suas atividades, garantirá as facilidades de participação para as dirigentes proporcionando infra-estrutura mínima de guarda e recreação para os filhos.

 

- A Central deverá promover e estimular suas afiliadas a criar espaços de dialogo sobre a responsabilidade compartilhada, utilizando de atividades recreativas, culturais de esporte e lazer que incluam a família, fazendo destes momentos, processos de sensibilização e de compreensão da importância do trabalho sindical das mulheres.

 

- A Central realizará planejamento estratégico de trabalho em que as secretarias de políticas para a mulher tenham o orçamento suficiente para cumprir com seu planejamento anual.

 

- A Central criará uma “Rede de Mulheres Sindicalistas da Força Sindical” utilizando a plataforma “SOLICOMM da OIT através da qual promoverá grupos de discussão e debates para a formação e educação sindical e política. Alem de outros temas de interesse da classe trabalhadora.

 

- A Força Sindical, em seus próximos congressos nacional e estaduais, deverá cumprir a cota de 30% nas instancias de poder de sua estrutura, conforme dita seu próprio Estatuto.

 

Para fortalecer as políticas propostas neste documento a Secretaria Nacional e as Secretarias Estaduais das mulheres se comprometem a fomentar e alimentar a rede de mulheres da força sindical, planejar, contribuir e interagir com as demais Secretarias para o desenvolvimento e promoção da transversalidade nas ações da central.

 

A Secretaria Nacional da Mulher manterá um banco de dados atualizado com as informações das mulheres dirigentes das entidades filiadas.

 

A Secretaria realizará ações integradas junto ao Sindicato Nacional de Aposentados e Pensionistas que promoverá o intercambio e troca de experiências entre as trabalhadoras da ativa, bem como contribuir para a promoção da participação das aposentadas e pensionistas nas atividades e estrutura sindicais.

 

Assinam todas as Entidades representadas neste Encontro de Mulheres da Força Sindical.

PRAIA GRANDE, 06 DE NOVEMBRO DE 2008.

 

Estavam presentes:

SECRETARIA NACIONAL DA MULHER - FS – Neuza Barbosa de Lima

SECRETARIA NACIONAL ADJUNTA – MULHER- FS – Maria Auxiliadora dos Santos

FORÇA SINDICAL PARANÁ – Neuralice C.Maina

FORÇA SINDICAL MINAS GERAIS – Maria Nelcy R.O.Costa

FORÇA SINDICAL MACAPÁ – Alcilene F.L.da Silva

FORÇA SINDICAL ALAGOAS – Francisdey F.T.Santos

FORÇA SINDICAL RS – Sandra Lucia S.Medeiros

SECRETARIA GERAL – FORÇA SINDICAL – Valclécia Trindade

SECRETARIA NAC.DIR.HUMANOS –FS - Mônica Lourenço Veloso

SECRETARIA NAC.CRIANÇA E ADOLESCENTE –FS -Gleides Freitas Sodré

STIA –Alimentação de GO/TO – Ana Maria

SINDMET STA.RITA SAPUCAÍ – MG – Alessandra L.Pereira

SINDMET STA.RITA SAPUCAÍ – MG – Maria Rosangela Lopes

SINDMET STA.RITA SAPUCAÍ – MG – Maria Conceição Lopes

SIND.MET.PIRACICABA –SP - Jocimeire Fernandes

SIND.MET.PIRACICABA –SP - Virginia Angélico Progete

M. SINTRACON – SP – Josileide Néri de Oliveira

SINTETEL – SP – Maria Edna Ferreira Medeiros

SINDNAP – RS – Elizabeth Ferreira Costa

SINDNAP – SP – Julinda Gomes Bonfim

SINDNAP – PE – Maria das Neves

SINPAP-Sind.Papiloscopistas, Peritos Oficiais de MS – Angelice Maria Nery SINTRAER – RO –Mirtes Feitosa de Souza

SSPMANO- Sind.Servidores Mun.Americana e N.Odessa –Elisete Soares Matos

SSPMANO- Sind.Servidores Mun.Americana e N.Odessa – Nordete de Fátima Ribeiro SIND.MET.GUARULHOS –Silvia Julião Marcelino

SIND.MET.GUARULHOS –Lucia Ottone de Amorim

SIND.MET.GUARULHOS –Sonia Regina Dombski

SIND.MET.SÃO PAULO – Maria Euzilene Nogueira

SINTRACON –SORRISO – MT – Dineia de Souza Costa

SINDQUIMICOS DE MARÍLIA –SP – Eliza A.B.Santos

SIND.VEST.CALÇADOS PICADA CAFÉ –RS – Elvira B.Graebin

SIND.COSTUREIRAS DE SP – Carmelita de Sousa

FEAAC - Federação Empreg. Ag. Auton. Comércio Americana – Helena Ribeiro da Silva

SEAAC – Sindicato Empreg. Ag. Auton. Americana – Daniela Carrara

SIND.SERV.PÚBL.TATUÍ –SP - Maria Claudia Adum

SIND.GRÁFICOS SP – Valdete Pedro da Silva

SIND.BRINQUEDOS SP – Maria José Bezerra

SIND.COMERCIÁRIOS DE VOTUPORANGA-SP –Maria A.C.Santos Marques

SIND.COMERCIÁRIOS DE VOTUPORANGA-SP –Aurora Sanches Singolan

SIND.COMERCIÁRIOS DE VOTUPORANGA-SP – Sara F.J.Carvalho

SIND.COMERCIÁRIOS DE CRUZEIRO –SP - Patricia de Araújo Ribeiro

SIND.COMÉRCIÁRIOS RIB.PRETO –SP- Maria S.Cruz Figueiredo

SIND.COMÉRCIÁRIOS RIB.PRETO –SP- Santa Regina P.Zogretti

SIND.COMÉRCIÁRIOS de REGISTRO –SP- Rosemeire P.dos Santos Novaes

SIND.COMÉRCIÁRIOS de MATÃO –SP- Roseli M.Marcherini

SIEMACO E FEACONSPAR – PR – Maria Donizete T.Alves

SIEMACO de Curitiba – PR – Amélia Rodrigues

SIEMACO de Londrina – PR – Izabel Ap. de Souza

SIEMACO de Ponta Grossa – PR – Maria Ap.Leite Teixeira

SEC.P.V. – Nadir da Silva Almeida

SEC.RIO PARDO – SP – Lucélia Fabiana Tavares

SIND.METALÚRGICOS STO.ANDRÉ – Maria Andréia C.Mathias

SIND.METALÚRGICOS STO.ANDRÉ – Aldenisa M.Araujo

SEERC - SIND.REFEIÇÕES COLETIVAS SP – Helena Henrique Guilherme

SEERC SP – Getrudes da S.G.

SINDQUIMICOS DE GUARULHOS – SP – Vilma Pereira Pardinho

SINDQUIMICOS DE GUARULHOS – SP – Eliana ap.C.dos Santos

SIND.ALIMENTAÇÃO DE SOROCABA –SP – Telma Regina B. Bueno

SINDVEST – BAIXADA SANTISTA –SP – Ruth Coelho Monteiro

 

Endereço eletrônico de quem estava presente:

secmulher@fsindical.org.br; stiag@brturbo.com.br; anaanita@brturbo.com.br; neuralice@gmail.com; meupaty@gmail.com; dalva@fsindical.org.br; alpereira2005@yahoo.com; rosasmosquetas@yahoo.com; teteca2008@yahoo.com; jocimeire.fernandes@dedeni.com.br; josineri@sintraconsp.org.br; maria.edna@sintetel.org.br; elizabethgaucha@gmail.com; julindabonfim@gmail.com; angelicenery@terra.com.br; sintraer@ig.com.br; eli_sete@hotmail.com; silviajuliao@uol.com.br; dineia-piazza@hotmail.com; negadete55@hotmail.com; elizaquimicos@hotmail.com; sindmotosanap2008@hotmail.com; sindicatopc@royalnet.com.br; francisdey2008@hotmail.com; sandramedeiros@sibndes.com.br; bomretiro@costureirasp.org.br; mulher@feaac.org.br; sociologia@seaacamericana.org.br; clau.adum@hotmail.com; sonia@metalurgico.org.br; euzilenenogueira@metalurgicos.org.br; deptofeminino@stig.org.br; valdetepedro@yahoo.com.br; sueli-cf@hotmail.com; adonizete@msv.com; regina@secvp.com.br; mônica@sindmetal.org.br; isaias_andrea@yahoo.com.br; luf.tavares@gmail.com; maryandrews@ig.com.br; aldenisamor@ig.com.br; presidencia@seercsp.org.br; mulher@sindquimicos.org.br; malvada33@yahoo.com.br; sindbrinq@sindbrinq.com.br; valclecia@fsindical.org.br; ruthcmonteiro@uol.com.br

 

nov/08

 
 

 


Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

Trabalhador Conscientizado, Sindicato Transformado!

Presidenta: Helena Ribeiro da Silva

Nr.de acessos em 2009: 52146 - Nr. de acessos desde 1/jan/2010: Criar site

jornalista/rp: nisia a. silva - mtb 25.697/conrerp 2204 - home - email