|
|
||||
|
|
|
|
||
|
|
Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região
|
|||
|
|
|
|||
|
|
Seminário Formação de Mulheres Negociadoras, Gênero e Raça
Nos dias 14 e 15 de agosto de 2007 em Salvador realizou-se o seminário “Formação de Mulheres Negociadoras, Gênero e Raça,” promovido pela Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres da Força Sindical, com a participação do INSPIR, OIT, AFL-CIO e DIEESE, com o apoio da FEAAC, Força Sindical Bahia, STIMMME - Metalúrgicos de São Paulo e do Sindicato das Costureiras.
Este seminário teve o intuito de formar dirigentes mais sensíveis às causas relacionadas ao gênero e raça, temas que devem ser levados e discutidos nas negociações sindicais, para produzir a superação do atual quadro de desigualdades e discriminação que aflige as/os trabalhadoras/es e a sociedade brasileira. Helena e Neuza (Força Sindical)
Dentro deste quadro, o correto é investir na educação política das/os trabalhadoras/es e na preparação das assessorias jurídicas dos sindicatos para lidarem adequadamente com casos de gênero e raça, com vistas à promoção de igualdade, elaborando cláusulas a serem inseridas nos acordos e convenções coletivas de trabalho com esse intuito.
A presidenta do SEEAC Helena Ribeiro Silva participou proferindo a palestra sobre o tema “As interfaces do movimento sindical e a Lei Maria da Penha” traçando um panorama e buscando o novo olhar que esta lei proporciona quando falamos de violência doméstica. A seguir alguns itens da explanação:
1. A Lei Maria da Penha - Histórico; - Inovações da lei; A quem a lei acolhe; Júri simulado enquanto experiência de caso e todas as dúvidas (amor que é amor não provoca dor).
2. Interface da lei e questões sindicais vinculadas às conquistas no campo de gênero em todo seu conceito. - Medidas de prevenção (art. 18); Assistência (artigo 8); Foi abordado o respeito às garantias e direitos (inclusão em acordos e convenções coletivas), fazendo-se um contraponto com um dos temas do Seminário - Negociações coletivas e Assuntos de Gênero.
3. A relação existente entre o capitalismo e o feminismo.
4. O dia-dia das trabalhadoras – enfatizado-se a capa da cartilha elaborada pela Feaac sobre e Lei Maria da Penha, que mostra a face de uma mulher metade bonita e metade machucada(a mulher agredida que sofre o constrangimento e a vergonha de ir trabalhar machucada).
5. Citação de empresas amiga da mulher (selo às empresas que empregam mulheres vítimas de violência - site www.spmulheres.gov.br).
Helena, militante incansável da causa das mulheres afirma que é fácil perceber que questões de gênero, igualdade, discriminação, raça, saúde, condições de trabalho, salário igual para a mesma função, política de cargos, licença maternidade, amamentação são temas inerentes à vida das mulheres, que não podem deixar que este tipo de reivindicações fique somente nas mãos dos homens. As mulheres podem e devem ocupar os espaços aos quais têm direito para conquistar uma sociedade mais justa. ago/07 |
|||
|
|
||||
|
|
||||