Instale Java Script

 

  

 
 
 
 

 

Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

 
  Acima  

                                                          SEAAC ACONTECE

 
  Home
Base/Atendimento
Presidenta
Diretoria
Categorias
Convenções
Acordos por Empresa
Acordos PPR
Jurídico
Homologações
Guias
Parcerias
Salão de Beleza
Lembrador
Info Seaac
Seaac Acontece
Associe-se Já!
Colônia de Férias EAA
Currículo
Armazém de Idéias
 

TRABALHO INFANTIL

 

No dia 12 de junho de 2007, no anfiteatro do Centro Cívico de Piracicaba, o Seaac, com a presença da diretora Lourdes Claro R. da Silva participou da campanha "diga não ao trabalho infantil", lançada em Piracicaba pela Semdes (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social).

 

Esse evento lembra o dia mundial de combate à exploração do trabalho infantil, acompanhado de outras ações como a distribuição de folhetos, entre outros.

 

A palestra foi ministrada pela professora da Esalq Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Ana Lúcia Kassouf, que tem se empenhado nesse trabalho e desenvolve muitas pesquisas sobre esse tema.                                                          Maria Angélica Guercio

 

Milhares de crianças têm trabalhado nas ruas, no comércio, na reciclagem, no trabalho domésticos ou outros empregos, comprometendo a saúde, seus estudos e o seu desenvolvimento.

 

Hoje, o programa de erradicação do trabalho infantil (PETI), paga um benefício de R$ 40,00 (quarenta reais) por mês, que é pouco competitivo diante dos cerca de R$ 30,00 (trinta reais) por dia que as crianças conseguem ganhar nos faróis.

 

Em são Paulo, uma das bases de apoio do combate ao trabalho infantil são os 401 núcleos sócio educativos onde as crianças beneficiadas pelo programa ficam após o horário de aula, participando de atividades pedagógicas e culturais.

 

Hoje, através da Secretaria da Criança e do Adolescente, o Seaac tem te empenhado para mudar esse quadro. O estado mais rico do mundo, precisa inovar buscando alternativas que possam coibir a erradicação do trabalho infantil.

Professora Ana Kassaouf

É possível converter a esmola que é dada para uma criança num semáforo, em apoio a instituições que trabalhem em favor dos menores. Em Piracicaba, observa-se a média de 70 crianças e adolescentes nas ruas, apesar de já terem sido encaminhados para programas sociais.

 

Crianças e adolescentes não devem responder pelo sustento da família, é o adulto que deve fazer isso. Se todos se conscientizaram e disserem não ao trabalho infantil, estaremos mudando esse quadro e fazendo a nossa parte.

 

 

Jun/07