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OLHO NO OLHO!

 

🌎  O SEAAC e a Emergência Climática – Proteger o Futuro é o Nosso Trabalho

 

A crise ambiental não é um tema do amanhã; é um desafio que impacta a segurança e a dignidade de quem trabalha hoje.

 

O Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região (SEAAC) reafirma o seu compromisso não apenas com os direitos trabalhistas tradicionais, mas com a preservação da vida e do bem-estar coletivo. No vasto setor de serviços, somos o elo invisível que sustenta a economia. Contudo, as alterações climáticas — manifestadas em ondas de calor extremo, tempestades severas e desequilíbrios econômicos — já afetam a nossa rotina, a nossa saúde e a nossa produtividade.

 

Responsabilidade Coletiva e Ação Imediata

A prevenção de grandes tragédias climáticas exige uma mudança de postura imediata e corajosa. Não podemos esperar que as soluções venham apenas de grandes cúpulas internacionais; elas devem começar nas nossas cidades, nas nossas empresas e nas nossas escolhas. O SEAAC entende que a justiça climática é uma extensão direta da justiça social: a classe trabalhadora não pode ser a mais penalizada por crises geradas por modelos de desenvolvimento insustentáveis.

 

Como a nossa categoria pode colaborar?

Os trabalhadores de agentes autônomos e do setor de serviços possuem um papel estratégico nessa transformação:

  • Vigilância e Ética Profissional: Como profissionais que atuam na contabilidade, advocacia, assessoramento e administração, temos o poder de incentivar que as empresas adotem práticas de governança ambiental real (ESG), combatendo o desperdício.

  • Gestão Consciente no Ambiente de Trabalho: Pequenas mudanças na eficiência energética, na digitalização de processos para reduzir o uso de papel e na gestão correta de resíduos geram grandes impactos positivos quando somadas.

  • Exigência de Condições Dignas: É direito do trabalhador reivindicar que os ambientes laborais estejam adaptados ao "novo normal" climático, garantindo climatização adequada, hidratação e pausas necessárias durante eventos climáticos extremos.

  • Fortalecimento da União Sindical: Ao fortalecer o SEAAC, garantimos voz nas mesas de negociação para que possamos incluir cláusulas de proteção e segurança diante de desastres naturais ou crises ambientais.

Prevenir tragédias é um ato de solidariedade com as gerações atuais e futuras. O SEAAC segue vigilante, unindo a força técnica do setor de serviços à urgência de construir um mundo mais seguro, sustentável e justo para todos.

 

A Diretoria


 

FEMINICÍDIO: O Rastro do Machismo Estrutural em Nossa Sociedade

 

O feminicídio não é um crime isolado ou um "problema doméstico"; ele é a expressão mais extrema do machismo estrutural que organiza a sociedade brasileira. Para nós, trabalhadores e trabalhadoras, entender essa dinâmica é fundamental para construirmos um ambiente laboral e social de respeito e igualdade.

 

Esta violência nasce da profunda desigualdade nas relações de poder. Ela é alimentada pela cultura da posse — que trata a mulher como um objeto — e pela naturalização da violência doméstica, muitas vezes escondida sob o manto do silenciamento. Nesse cenário, a Lei Maria da Penha surge não apenas como um mecanismo de punição, mas como uma ferramenta vital de proteção e educação, garantindo que o ambiente familiar e social não seja um território de impunidade.

 

No entanto, a lei sozinha não basta se o silêncio persistir. Quando uma mulher é agredida, toda a classe trabalhadora é ferida em sua dignidade. A solução para esta barbárie passa pelo fortalecimento das redes de apoio, pela educação contínua e pela nossa mobilização coletiva.

 

Precisamos romper o silêncio, acolher as companheiras e exigir políticas públicas eficazes que garantam a plena aplicação da lei e a segurança de todas. A luta contra o feminicídio é, acima de tudo, uma luta pela vida.

 

A Diretoria.

"Denuncie: Ligue 180"


 

DENGUE, SAÚDE E A NOSSA RESPONSABILIDADE COLETIVA

 

O período de chuvas chegou e, com ele, um alerta que não pode ser ignorado por nenhum trabalhador ou trabalhadora: a dengue está ganhando força. Historicamente, este é o momento em que os focos do mosquito se multiplicam, e a nossa vigilância deve aumentar na mesma proporção.

 

O perigo não é passageiro: a dengue mata. Muitas vezes tratada de forma banal, a dengue é uma doença grave que continua fazendo vítimas fatais em todo o país. O cuidado em nossas casas deve ser redobrado. Dez minutos por semana são suficientes para vistoriar o quintal, calhas e vasos de plantas. Eliminar a água parada não é apenas uma tarefa doméstica, é uma medida de segurança para a sua família e seus vizinhos.

 

O impacto no bolso e na vida. Para o trabalhador, a saúde é o seu maior patrimônio. Quando a dengue avança, a economia também adoece. Aumento de faltas, queda na produtividade e a sobrecarga do sistema de saúde prejudicam a todos, afetando o sustento das famílias e o desenvolvimento da nossa categoria. Estar saudável é o que nos permite lutar por nossos direitos e garantir o pão de cada dia.

 

Vacinar as crianças é um dever. Um ponto de extrema preocupação é a baixa adesão à vacinação infantil. A ciência avançou e a vacina para os menores está disponível, mas muitos pais ainda não levaram seus filhos aos postos. Proteger os nossos pequenos é garantir o futuro. Não deixe para depois; a prevenção é a única forma de evitar tragédias que poderiam ser evitadas.

 

Neste período crítico, o Sindicato convoca cada um de vocês a ser um agente de saúde em sua comunidade. Proteja sua casa, conscientize seus colegas e, acima de tudo, proteja a vida.

 

Juntos, somos mais fortes contra a dengue!

 

A Diretoria

 


2026: O PROTAGONISMO E OS DESAFIOS DO SETOR DE SERVIÇOS EM UM MUNDO GLOBALIZADO

 

Iniciamos 2026 com o setor de serviços consolidado como o principal pilar da economia brasileira. No entanto, o cenário global deste mês de janeiro nos alerta: a reorganização das potências econômicas e a volatilidade dos mercados internacionais impactam diretamente quem atua na ponta, prestando serviços e mediando negócios. Para o Agente Autônomo, a economia global não é um conceito abstrato; ela se manifesta no custo operacional e no poder de consumo dos seus clientes.

 

No Brasil, o ano eleitoral de 2026 coloca o setor de serviços no centro do debate político. Não aceitaremos que a estabilidade econômica seja construída apenas sobre o sacrifício de quem trabalha. O crescimento econômico, previsto para este ano, só terá valor se for acompanhado de valorização real. Precisamos discutir como as políticas de crédito e a carga tributária deste novo ciclo vão incentivar o setor sem precarizar o trabalhador.

 

Um dos desafios que enfrentaremos ao longo deste ano é a defesa dos direitos na prestação de serviços, especialmente diante da crescente digitalização e das terceirizações. A modernização do trabalho não pode ser sinônimo de perda de garantias conquistadas. Nossa luta em 2026 também será para que o avanço das ferramentas digitais de gestão e atendimento sirva para valorizar o conhecimento humano, e não para transformar o profissional em um mero executor vigiado por algoritmos.

 

Neste início de jornada, o sindicato reafirma seu compromisso: a união da nossa categoria é a única barreira contra a desvalorização. Em um ano de grandes decisões políticas e econômicas para o Brasil e para o mundo, nossa voz deve ser ouvida para garantir que o setor de serviços receba o respeito, a proteção e a contrapartida que merece.

 

Juntos somos mais fortes. Sindicalize-se e participe das decisões da sua categoria em 2026!

 

A Diretoria

 
 

Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

Trabalhador Conscientizado, Sindicato Transformado!